Projeto selecionado para 12ª Bienal Brasileira de Design Gráfico
Na conversa com os criadores da Mesa já ficava claro que o novo momento da empresa merecia uma atenção especial à mobilidade como palavra-chave. Seja pelo principal produto oferecido naquele momento (soluções mobile) seja pela agilidade e dinamismo dos novos formatos de gestão implantados. A tradução desse espírito deveria guiar o processo criativo, assim como gerar elementos visuais que tornassem os conceitos de singularidade e leveza (um adjetivo também claramente identificado no ambiente de trabalho).
Foi criado então um desenho de caracteres exclusivo, baseado numa malha gráfica hexagonal que trouxe no DNA de gênese a mobilidade e o dinamismo desejado. Essa grade construtiva acabaria por guiar a estrutura iconográfica e ajudaria a ambientar a ideia de leveza que deveria estar sempre presente no core do negócio.
A linguagem visual precisava ser clara e diferenciada o suficiente para que a nova identidade pudesse evoluir na mesma velocidade do negócio sem sofrer com tendências ou modismos.
Dos elementos que faziam parte do repertório de identificação da marca anterior da Mesa, a cor seria mantida. Além do vínculo com a ideia da marca original projetada por um dos fundadores, o vermelho trazia o calor tão presente nas relações estabelecidas pela Mesa em seus projetos.
A marca iria além: teria diferentes versões, reforçando ainda mais o conceito de adaptabilidade e versatilidade. A comunicação fazia largo uso de GIFs animados, numa leitura despojada a conectada com seus stakeholders.